Cédula Prof. 10557
Terapia: Individual. Atende a: Adolescentes, Adultos
Há algo de profundamente libertador na verdadeira intervenção psicológica. Sempre considerei que o nosso papel, enquanto Psicólogos Clínicos, é abrir portas, não fechá-las.
Recordo-me bem das palavras sábias do meu Orientador, proferidas no seu gabinete da Faculdade de Psicologia de Lisboa: “Aumentar os graus de liberdade do paciente – melhorar a qualidade de vida é o grande objectivo de um excelente Psicólogo Clínico.” Não há frase mais elegante para definir o que me move. Fico a pensar que, se todos se orientassem por este princípio, talvez houvesse menos gente a fugir do terapeuta como quem foge do dentista – ou de um vendedor de seguros.
A minha abordagem clínica é uma tapeçaria dos vários campos da Psicologia Clínica. Não sou dogmático, nem acredito em receitas prontas – junto o que cada escola tem de melhor. Ninguém merece ser tratado como um puzzle que só encaixa numa caixa. Ao longo da minha prática, fui coleccionando ferramentas, um pouco como um coleccionador de arte, mas com menos pó e sempre mais esperança. Estas ferramentas servem para intervir, ajudar e prevenir recaídas – sempre atento ao facto de que, na generalidade, há uma idade mais adequada para começar a cuidar da mente, antes que o mundo nos ensine a esconder as dores debaixo de um qualquer tapete.
Lisboa, Avenida João XXI, vinte anos de prática clínica.
O meu Consultório de eleição mantém-se, intemporalmente, aqui e é mais que um espaço físico; é um refúgio onde o desconforto psicológico pode finalmente ser nomeado, sem vergonha. Aqui, cada paciente encontra conforto – e não só aquele das almofadas fofas, mas o de saber que pode ser quem é, sem máscaras. Navegamos juntos pelas histórias de vida, descobrindo necessidades e enfrentando fantasmas, porque até os fantasmas merecem ser ouvidos (e, amiúde, rimos sempre um pouco de nós próprios; é terapêutico e fundamental).
Creio que um Psicólogo Clínico não deve ser um estranho, encontrado semanalmente sob um olhar hierárquico e distante. O ideal é ser alguém com quem se pode falar sobre tudo – até sobre aquele medo irracional de palhaços, ou de reuniões familiares peculiares. Sem julgamento, sem superficialidade. A relação terapêutica é uma dança subtil, onde só faz sentido pedir que o outro se revele se eu também estiver disposto a despir as minhas próprias armaduras. Afinal, ninguém gosta de confissões em monólogo – ainda que o silêncio tenha, por vezes, um sentido de humor bastante negro e uma finalidade terapêutica de enorme valor.
É um avanço enorme que hoje reconheçamos o valor de unir Psicologia Clínica e Psiquiatria. Juntas, estas duas ciências, tornam possível viver de modo mais adaptado – e, se me permitem a ousadia, menos dramático e doloroso. Porque, convenhamos, a experiência do que é a vida é verdadeiramente interessante. Quando não o parece, é o momento certo para falar com alguém. E, nesta colaboração, reside a verdadeira arte de cuidar: equilibrar seriedade e leveza, para que a saúde mental não seja apenas um conceito, mas uma experiência
Formação na variante de Psicologia Clínica Cognitivo-Comportamental, Cognitiva e Sistémica.
Núcleo Cognitivo-Comportamental e Integrativo (Psicologia da Saúde)
Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa
Estágio interno na Faculdade de Psicologia, Universidade de Lisboa.
Estágio Profissional na Hemoportugal Lda.
Curso de Pós-Graduação: Intervir no Risco, na Crise e na Emergência
Centro de Formação e Investigação em Psicologia (CeFIPsi), Lisboa
Participação em diversos Congressos internacionais e membro do SEPI - Society for the Exploration of Psychotherapy
Integration, uma associação internacional e interdisciplinar
Membro Efectivo da Ordem dos Psicólogos desde 2010.
Registered Europsy Psychologist number PT-052591-201907 since July 2019
Ph.D
Tratamentos:
Especialidades/Terapias/Abordagens:
Idiomas que fala: English, Português
Seguros de saude: AdvanceCare, Multicare, Médis
Sessão: 70
Área geográfica Lisboa, Areeiro
Direção Avenida João XXI 49